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Polícia investiga possível racha em acidente que matou servidora em Mauá (SP)

Família de vítima acredita que corrida ilegal causou o atropelamento em São Paulo

Balanço Geral|Do R7

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Um motorista foi intimado pela polícia para prestar depoimento após um acidente fatal ocorrido em Mauá, na Grande São Paulo. A família de Priscila Cabral, servidora pública de 44 anos que morreu no incidente, afirma que o atropelamento foi resultado de uma corrida ilegal entre dois veículos. O caso ocorreu quando dois carros passaram em alta velocidade por uma avenida e um deles colidiu com outro veículo parado e atingiu Priscila na calçada.


Priscila chegou a ser socorrida e permaneceu hospitalizada por quatro dias antes de falecer. Durante seu atendimento médico emergencial, descobriu-se que ela estava grávida. Ela deixa duas filhas adolescentes.


O boletim de ocorrência registra a defesa do motorista responsável pelo atropelamento: ele alegou ter perdido o controle do carro após ser fechado por outro veículo durante a disputa da suposta corrida ilegal. No entanto, para os familiares da vítima não há dúvidas sobre a participação dos motoristas no racha.


Cláudio, namorado da vítima e condutor do carro estacionado nas imagens capturadas pelas câmeras locais—devido a problemas mecânicos—expressou indignação ao afirmar que ambos os motoristas são culpados pelo ocorrido. O segundo motorista já foi identificado pela Polícia Civil e deverá prestar depoimento nos próximos dias enquanto as investigações prosseguem sob acusação de homicídio culposo na direção veicular e fuga do local do acidente.

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