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Recepcionista sofre aborto sem consentimento provocado pelo ex-companheiro

Mensagens antigas do casal mostram que o empresário já havia pressionado a vítima para a realização do aborto

Balanço Geral|Do R7

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Uma recepcionista em São Paulo afirma que foi vítima de um aborto realizado sem seu consentimento. Thalita da Silva relata que o ex-namorado Winston teria planejado o procedimento após ela se recusar a interromper a gravidez. O caso está sob investigação policial como aborto provocado por terceiro e violência doméstica.


Thalita estava grávida de oito semanas quando alegou ter sido dopada pelo ex-companheiro durante um encontro na avenida Paulista. Ela conta que acordou três dias depois em casa, sangrando e sem sentir as pernas. No hospital, descobriu que não havia mais bebê. A polícia investiga os movimentos do carro de Winston no dia do suposto crime e busca evidências para esclarecer o ocorrido.


O relacionamento entre eles durou dois anos antes das pressões para realizar o aborto começarem. Mensagens trocadas entre eles indicam insistência do empresário pela interrupção da gravidez. Após desmaiar durante uma discussão no shopping, Thalita diz ter sido levada contra sua vontade até uma clínica clandestina onde ocorreu o procedimento.


A ausência de câmeras no prédio onde mora dificulta as investigações policiais sobre os eventos daquele dia. Enquanto isso, autoridades buscam identificar possíveis cúmplices envolvidos na execução do ato ilegal denunciado pela recepcionista.


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