Traficante 'romântico' que andava com fuzil e buquê de flores é morto em operação policial
Luiz Felipe Honorato Silva Romão, conhecido como "Mangabinha", era integrante da organização criminosa Comando Vermelho
Cidade Alerta|Do R7
Foi morto o traficante acusado de matar um policial e que gostava de andar pela comunidade com granada, fuzil e um buquê de flores. Luiz Felipe Honorato Silva Romão, conhecido como "Mangabinha", era integrante da organização criminosa Comando Vermelho e responsável direto pela morte do policial civil José Antônio Lourenço Junior, o "Mocotó", em maio deste ano.
A morte do agente aconteceu durante uma operação de combate a fábricas piratas de gelo, na Cidade de Deus. A produção era feita em instalações precárias, com furtos de água e energia. Análises laboratoriais comprovaram contaminações, colocando em risco a saúde dos consumidores. José Antônio Lourenço Junior foi baleado justamente quando as equipes avançavam em direção aos alvos.
A operação desta sexta (21) ocorreu seis meses após a morte do agente, que também trabalhou como subsecretário de Ordem Pública de 2022 a 2023. O objetivo era procurar os bandidos que mataram o colega. Todos os passos do suspeito eram monitorados pela polícia nas redes sociais.
“Mangabinha" era um narcoterrorista que atuava na Cidade de Deus, entre as áreas conhecidas como Karatê e 13. Ele era fugitivo do sistema penitenciário e ostentava uma vida criminosa: exibia fuzis, granadas e rádios comunicadores. O criminoso também publicava mensagens incentivando a violência armada contra policiais.
O suspeito tinha cinco passagens por associação para o tráfico, porte ilegal de arma de fogo, tráfico de entorpecentes e resistência, e possuía dois mandados de prisão. Um deles por evasão do sistema prisional, o segundo, pelo assassinato do policial.
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