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50 por 1: Alvaro é recebido com festa e dança na cidade portuária de Mombaça, no Quênia

Alvaro Garnero visita marcos históricos no Quênia e a natureza intocada das ilhas Seychelles

50x1|Do R7

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Alvaro é recebido com festa e dança na cidade portuária de Mombaça, no Quênia. O viajante acompanha uma performance "Ngoma", o nome dado às várias demonstrações de música e dança do povo Suahíli. Pertinho do porto, Alvaro chega ao principal símbolo da cidade: "Quem vê esses grandes marfins sabe que está em Mombaça.  

Conhecido localmente como "Pembe za Ndovu", um dos marcos mais famosos e fotografados da cidade", explica. Elizabeth II estava no Quênia, em 1952 quando o pai, o Rei George VI, faleceu na Inglaterra. Ela se tornou rainha imediatamente, ainda em solo queniano. Embora tenha sido coroada, oficialmente, apenas em junho do ano seguinte. Hoje o comércio de marfim é ilegal e combatido, mas antigamente era um item de grande importância histórica nas rotas comerciais no Oceano Índico.  

No século XV, o famoso navegador Vasco da Gama passou por lá e logo depois os portugueses ocuparam a cidade, construindo o famoso Forte Jesus em 1593. Ele é reconhecido como um dos exemplos mais bem preservados de fortificação militar portuguesa do período.  

Mombaça era um ponto vital nas rotas comerciais do Oceano Índico. Ter um forte ali significava controlar parte do comércio entre África, Oriente Médio, Índia e Europa. O Forte Jesus ainda abriga um museu sobre os impactos do colonialismo e a resistência do povo Suahili. É um dos legados melhor preservados da costa leste africana. 


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