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Agonorexia: conheça o risco causado pelo uso de canetas emagrecedoras

A condição tem um comportamento parecido aos quadros de anorexia, com perda significativa da fome, impactando a saúde física e mental

Hoje em Dia|Do R7

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Um novo termo vem ganhando atenção nos consultórios médicos: agonorexia. Essa condição é observada em pessoas que fazem uso de canetas emagrecedoras e apresentam uma redução extrema do apetite.


A empresária Tailis Scarmin chegou a pesar quase 85 quilos com apenas 16 anos. Ela tentou vários tipos de dietas, mas nada funcionava. Começou o tratamento com as canetas emagrecedoras em setembro de 2025 e logo conseguiu perder 20 quilos. No entanto, enfrentou problemas como queda de pressão e falta de energia devido à ingestão insuficiente de alimentos.


As canetas emagrecedoras agem como hormônios que atuam no cérebro para reduzir o apetite e aumentar a sensação de saciedade, facilitando a perda de peso. No entanto, o uso se torna perigoso quando o paciente vai do ‘perder peso para não sentir fome’ até ter uma aversão à comida.


A agonorexia tem um comportamento parecido aos quadros de anorexia, com perda significativa da fome, impactando a saúde física e mental. Pode causar desnutrição, fadiga, redução da imunidade e perda excessiva de massa muscular.


De acordo com a endocrinologista Simone Matsuda, a agonerexia não é um transtorno alimentar, mas sim um efeito colateral que surge quando o medicamento é usado de forma inadequada e sem acompanhamento médico.


Tailis começou a se consultar com um profissional e passou a se alimentar melhor. Hoje, ela faz atividade física e já está no fim do tratamento, diminuindo as doses da caneta emagrecedora a cada semana.

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