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Anvisa investiga mortes ligadas ao uso de canetas emagrecedoras

A médica endocrinologista Sandy Agostinete participou do Hoje em Dia desta segunda-feira (9) para falar sobre mitos e verdades desse tipo de medicamento

Hoje em Dia|Do R7

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A Anvisa investiga seis mortes possivelmente relacionadas ao uso de canetas emagrecedoras. Foram registradas 225 notificações de pancreatite ligadas a esses produtos. O uso sem indicação médica e a aquisição de produtos falsificados são os principais riscos.


Complicações graves ocorrem com medicamentos de fontes duvidosas. Sintomas como dor abdominal, náuseas e vômitos requerem atenção. A Anvisa afirma que, sob orientação médica, os medicamentos são seguros.


O contrabando de canetas do Paraguai é uma grande ameaça. Recentemente, a Polícia Rodoviária apreendeu itens avaliados em R$ 43 mil em São José do Rio Preto (SP). Foz do Iguaçu (PR) e Ponta Porã (MS) são pontos críticos de entrada ilegal.


O caso de Carina Martins Ferreira exemplifica os riscos: após comprar um medicamento paraguaio, ela sofreu efeitos colaterais até interromper o uso com orientação médica.


A médica endocrinologista Sandy Agostinete participou do Hoje em Dia desta segunda-feira (9) para falar sobre mitos e verdades das canetas emagrecedoras. Dúvidas frequentes incluem queda de cabelo temporária, possível ganho de peso após a interrupção, impacto em anticoncepcionais, constipação gerenciável com dieta, e não há evidência de dependência química.




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