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Série JR: Atrás das Grades

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Série de reportagens do Jornal da Record mostra o drama das prisões no Brasil
Série de reportagens do Jornal da Record mostra o drama das prisões no Brasil

Série JR: agentes penitenciários são alvos de crimes em presídio de Porto Velho

Em meio a superlotação dos presídios, os agentes penitenciários se transformam em alvo fácil do crime. É assim que acontece no presídio de Porto Velho, em Rondônia, onde a guarita de vigilância recebeu uma chuva de pedras. Dentro da cadeia, os presos conseguem transformar objetos do cotidiano em perigosas armas.


Série JR: Veja o cotidiano do Presídio Federal de Rondônia

O repórter Leandro Stoliar mostrou como é a rotina dos presos do Presídio Federal de Rondônia. Eles permanecem em celas individuais e são monitorados o tempo todo. Mesmo assim, encontram um jeito para comandar o crime do lado de fora. Essa penitenciária é uma das quatro prisões de segurança máxima em funcionamento no Brasil e tem líderes de facções criminosas, além de outros detentos que são de alta periculosidade.


Série JR: Fernandinho Beira-Mar revela como é a rotina na cadeia

O traficante Luiz Fernando da Costa, conhecido como Fernandinho Beira-Mar, é o preso número um dos presídios federais de segurança máxima, no Brasil. Em uma entrevista exclusiva ao repórter do Jornal da Record, Leandro Stoliar, ele revelou detalhes de seu cotidiano atrás das grades. Há três anos, ele vive na Penitenciária de Segurança Máxima de Porto Velho, em Rondônia.


Serie JR: guerra entre facções chega aos presídios femininos do Brasil

O repórter do Jornal da Record, Rodrigo Vianna, visitou o maior complexo penitenciário do Acre, onde estão presas 256 mulheres que, pelas grades, fazem sinais indicando que fazem parte de uma facção criminosa que atua no Rio de Janeiro. No outro prédio, ficam as presas ligadas às facções locais, que são aliadas à organização criminosa de São Paulo.


Série JR: proximidade com penitenciária deixa moradores em pânico no Recife

Um complexo penitenciário no Recife é motivo de medo e preocupação para moradores. Dentro dele, não existem grades, só a superlotação. Quem tem dinheiro consegue um espaço com cama e televisão. Quem não tem, acaba dividindo o chão com os outros detentos.

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