Presidiários brasileiros não recebem atendimento básico de saúde
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Jornal da Record|Do R7
O sistema penitenciário do estado de São Paulo conta com apenas 150 médicos para toda a população carcerária, de quase 190 mil presos. Em presídios femininos, um único ginecologista é responsável pelo atendimento de até 4 mil mulheres. Os detentos são atendidos apenas em casos graves, quando estão à beira da morte.















