Cidades do interior de MG liberam abertura de academias e salões
Prefeitos de Caratinga e de Inhapim alegam que medidas seguem recomendações dos comitês que monitoram a proliferação do coronavírus
Ações contra o Coronavírus Record TV Emissoras|Pablo Nascimento, do R7

Ao menos duas cidades do interior de Minas Gerais flexibilizaram, neste fim de semana, o isolamento social para evitar a proliferação do coronavírus.
A partir de agora, está liberado o funcionamento de bares, restaurantes, academias e clínicas de estética nas cidades de Inhapim e Caratinga, a 280 km e 311 km de Belo Horizonte, respectivamente.
Nos decretos que liberam as mudanças, os prefeitos das cidades alegaram que as atividades liberadas podem passar por adaptações para garantir o funcionamento do serviço. Os Executivos Municipais alegam, ainda, que as medidas adotadas nas cidades seguem as orientações dos comitês que monitoram o crescimento da doença nos municípios.
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No entanto, para poder abrir, os empresários terão que adotar alguns cuidados. Em Inhapim, os clientes vão ter que respeitas uma distância mínima de dois metros nas filas. Além disto, cada estabelecimento só poderá manter uma pessoa a cada quatro metros quadrados dentro dos imóveis.
No caso das academias, salões de beleza, clínicas de estéticas e estabelecimentos semelhantes, os agendamentos deverão ser feitos com antecedência.
Em Caratinga, as academias vão ter que garantir uma distância de dois metros entre clientes e funcionários. Os restaurantes e lanchonetes que abrirem não poderão oferecer serviço de self-service. E os comércios que tiverem produtos em prateleiras e a distância entre elas for de menos de dois menos quadrados vão ter que fornecer máscaras aos clientes. Neste caso, o número de pessoas na loja fica limitado a quatro.
Em ambas as cidades, os comerciantes deverão adotar cuidados de higiene para garantir a segurança dos clientes.
De acordo com a SES (Secretaria de Estado de Saúde), as duas cidades não têm casos confirmados de covid-19.
No último dia 20 de fevereiro, o governador Romeu Zema (Novo) publicou um decreto que orienta as prefeituras a suspenderem o alvará de funcionamento das atividades não consideradas essenciais e que representem risco de aglomeração de pessoas.






