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Camila Avancini dá dicas para mulheres ciumentas: "Acho um exagero espionar o parceiro"

Atriz diz que marcar território só acaba com a magia do relacionamento

Vitória|Jéssica Montes, do R7, no Rio

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Camila Avancini interpreta a ciumenta Rosa em Vitória
Camila Avancini interpreta a ciumenta Rosa em Vitória

A personagem de Camila Avancini, professora Rosa, representa um grupo extenso de mulheres ciumentas e sonhadoras, que vivem pegando no pé do companheiro. Como é difícil descobrir a fórmula de uma relação perfeita, a atriz resolveu soltar algumas dicas para o público feminino, mais afetado em casos amorosos mal sucedidos.

— Tenho amigas na mesma situação que a Rosa ou até pior. Algumas nem namoram e fazem cobranças absurdas quando o cara chega atrasado a um encontro. Desta forma, a mulher acaba abandonando a parte gostosa de “deixar acontecer”, porque homem também gosta de conquistar. Marcar território só destrói a magia.


Em Vitória, a personagem é noiva de Paulo Henrique (Silvio Guindane), um engenheiro desempregado. Camila defende a professora, que é fissurada em enxoval de casamento e sonha com o dia da troca de alianças.

— A mulher nasce com instinto de maternidade, preparada para subir ao altar. Tenho 35 anos e senti certa pressão, porque só casei em 2013. Minhas quatro irmãs já tinham marido e filho, enquanto pensavam que eu era a problemática, chata, neurótica, entre outros adjetivos. A ansiedade vai aumentando e você realmente acha que vai ficar para titia.


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Como diz o velho ditado, “mentira tem perna curta”. Paulo Henrique esconde de Rosa que foi demitido do trabalho e, segundo a atriz, vem decepção por aí.

— O mundo dela vai desabar! Minha personagem é muito controladora e não lida bem com o fato de ser enganada. Apesar de estar sempre desconfiada e indo atrás do noivo pelas ruas, nunca pegou nada. Quando descobrir a farsa, ficará extremamente mal.


Ao fim da entrevista, Camila Avancini chama a atenção das desesperadas de plantão para que não vivam um relacionamento conturbado.

— Acho um exagero espionar o parceiro. Há muito homem que não presta por aí, mas a mulher se diminui quando fica atrás de uma pessoa assim. Se você virar “detetive” é sinal de que não vale muito a pena. Na vida real, nunca persegui namorados, pois as informações sempre chegaram sem esforço. Em Vitória, Paulo Henrique sente medo, se desespera com as 500 ligações da Rosa e sempre espera uma bomba. O legal é bater um papo e agir com maturidade.

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