“Sou um avô garotão também na vida real”, diz César Pezzuoli
Ator revela que brigas entre seu personagem e esposa são passageiras
Vitória|Jéssica Montes, do R7, no Rio

Um desafio para muito casal é cultivar o casamento por anos e anos, sem deixar o amor “esfriar”. Uma dupla que causa inveja em Vitória é Zuzu (Lucinha Lins) e César Pezzuoli (Manoel), exemplo de uma bela união duradoura. Em entrevista ao R7, o ator conta que se sente orgulhoso com o papel.
─ É um barato interpretá-lo, porque somos parecidos desde as roupas descoladas ao relacionamento com a família. Tenho quatro netos e me considero um “avô garotão”, chegando à casa dos 60. Meus filhos têm 30, 28 e três anos de idade. Sacaram bem o meu jeito e levaram isso para o personagem, o que tornou o desafio muito fácil. Não que seja eu mesmo em cena, mas tenho muitas características em comum com Manoel.
Quem assistiu aos últimos capítulos da novela pôde perceber que o casal perfeito está em fase de desentendimento. Sobre seu personagem não concordar com a vontade da esposa de trabalhar na Casa de Chá, o ator diz que é apenas uma fase.
─ Eles estão tendo momentos de briguinhas, mas logo vão passar. Acho que, por mais que tenham a cabeça feita, rola um medo por parte dele de interromper o convívio diário. Na minha opinião, não se trata de ciúmes. Manoel está perdido pelo fato de o cotidiano dos dois mudar. Quem vai preparar a comidinha gostosa em casa?
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É impossível olhar para César Pezzuoli e não reparar em sua boa forma. Ao ser questionado sobre o segredo para manter o corpo “esbelto”, ele revela que não deixa as atividades físicas de lado.
─ Sou muito ativo e gosto de me cuidar. Malho, faço caminhada, corro e jogo vôlei. Isso tudo contribuiu para que chegássemos a um denominador e criar o Manoel. Mais maravilhoso ainda é contracenar com Lucinha Lins, também com espírito jovem e ágil. Trabalhamos juntos na novela Vidas em Jogo, ficamos na paquera e não rolou nada. Desta vez, temos um grande amor. Por trás das telas, somos grandes amigos!
E para os fãs, o ator dá dicas de como cultivar um relacionamento da melhor maneira possível.
─ Sou daqueles que pensam que somos individuais, palavra que vem de “indivíduo”. Então, temos que ter nossa individualidade. Este pensamento é o certo para permanecer com alguém. O ideal é respeitar o espaço do outro, sem ir contra. É importante, ainda, colocar a cabeça para funcionar e estar sempre ativo.
