Investigação sobre assassinato de Larissa Manoela avança com foco no padrasto
Polícia busca evidências contra Diego em Barueri
Balanço Geral|Ri7a, a inteligência artificial do R7

O caso do assassinato de Larissa Manoela, uma menina de 10 anos em Barueri, São Paulo, segue sob investigação intensa. A polícia concentra suas suspeitas no padrasto da vítima, Diego após novas evidências surgirem. Larissa foi encontrada morta com 16 facadas em sua casa no dia 12 de junho. Adenuzia, mãe da menina, relatou uma discussão com Diego na noite anterior ao crime por ele insistir em ter acesso ao seu celular.
As investigações consideram duas possíveis motivações: uma vingança contra o pai biológico de Larissa, Cícero de Lucena, ou a participação direta de Diego. Imagens de câmeras de segurança revelaram que Diego trocou de roupa em horários suspeitos no dia do crime e não conseguiu justificar essas ações à polícia. A faca usada no crime desapareceu misteriosamente.
A Polícia Civil solicitou a prisão temporária de Diego, mas a justiça negou o pedido. Ele permanece em liberdade enquanto aguardam-se os resultados da perícia no carro que ele utilizava para identificar vestígios de sangue humano. A família aguarda ansiosamente pela quebra do sigilo do celular de Diego para avançar na busca por justiça.
Assista ao vídeo - ‘A Larissa não era muito chegada no padrasto’, diz mãe de menina assassinada em Barueri (SP)
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