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Investigação sobre morte de empresário em Interlagos avança

Polícia descarta suspeita de relações sexuais antes do falecimento

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Caso Adalberto: polícia nega que empresário tenha tido relações sexuais antes de morrer
Caso Adalberto: polícia nega que empresário tenha tido relações sexuais antes de morrer

A Polícia Civil esclareceu detalhes sobre a morte do empresário Adalberto, encontrado morto em um buraco no Autódromo de Interlagos. Inicialmente tratada como morte suspeita, a investigação agora considera o caso um homicídio. Exames indicaram que Adalberto não teve relações sexuais antes de sua morte.

Rafael Aliste, amigo presente no evento de motocross, prestou dois depoimentos à polícia. No segundo depoimento, ele forneceu informações adicionais que ajudaram na investigação, mas não é considerado suspeito. A polícia continua investigando as circunstâncias que levaram à morte de Adalberto por asfixia.


O laudo cadavérico apontou a presença de monóxido de carbono no sangue do empresário, sugerindo que ele pode ter sido colocado no buraco ainda com vida. A polícia explora a hipótese de uma briga com seguranças do evento ter levado à sua morte. Mais de 200 seguranças estavam presentes no evento, e outros laudos são aguardados para identificar possíveis materiais genéticos sob as unhas de Adalberto.

A investigação também considera uma possível conexão com um caso anterior de morte no mesmo local envolvendo um catador de lixo. Até o momento, não há evidências que liguem os dois casos, mas a investigação continua em andamento.


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