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Reviravolta: laudo comprova duas mortes por envenenamento no interior de SP

Exames confirmam envenenamento de cunhadas; sogra é principal suspeita

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Reviravolta no caso da professora de pilates envenenada no interior de São Paulo
Reviravolta no caso da professora de pilates envenenada no interior de São Paulo

No interior de São Paulo, as mortes de Nathália Garnica, veterinária de 42 anos, e Larissa Rodrigues, professora de pilates de 37 anos, estão sob investigação por envenenamento com chumbinho. As duas eram cunhadas e Elisabete Arrabaça, mãe de Nathália e sogra de Larissa, é a principal suspeita.

Paulo Henrique Ferlin relatou à polícia que Elisabete passou alguns dias na casa do casal em Pontal (SP) após dois meses sem visitar a filha. Durante sua estadia, Nathália morreu repentinamente após passar mal. Elisabete vendeu rapidamente os móveis da filha após sua morte.


O corpo de Nathália foi exumado e exames toxicológicos confirmaram o envenenamento. Larissa também foi encontrada morta em Ribeirão Preto sob circunstâncias semelhantes. Elisabete admitiu ter dado um remédio para Larissa tratar uma dor de estômago, alegando desconhecer que era veneno.

A polícia investiga as condições financeiras difíceis de Elisabete devido a dívidas de jogo. Luiz Garnica, irmão de Nathália e marido de Larissa, também está sob investigação junto com Viviane Garnica por possível interesse financeiro após as mortes.


As mortes inicialmente tratadas como naturais agora são investigadas como homicídios enquanto a polícia busca esclarecer o envolvimento dos suspeitos.

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