Traficante paraguaio lidera rede de drogas e armas na fronteira Brasil-Paraguai
Norteño movimentou mais de R$ 100 milhões em dois anos, segundo autoridades
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Nelson Gustavo Amarilla Elizeche, conhecido como Norteño, é acusado de chefiar um esquema de tráfico de drogas e armas entre o Brasil e o Paraguai. Autoridades estimam que ele tenha movimentado mais de R$ 100 milhões em dois anos. Ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC), ele gerenciava o transporte de cocaína da Colômbia, Peru e Bolívia até Pedro Juan Caballero, no Paraguai, distribuindo para o Brasil, Caribe e Europa.
Norteño exibia abertamente seu envolvimento com o crime organizado nas redes sociais e em festas patrocinadas por ele. Além disso, realizava ações sociais no Paraguai, distribuindo brinquedos e alimentos em comunidades carentes sob sua marca “Timi Norteño”. Ele também presenteava comparsas com artigos luxuosos como celulares banhados a ouro.
A quadrilha utilizava aviões e helicópteros para transportar drogas e armas, partindo de cidades próximas à fronteira até o interior de São Paulo. Em 2022, um avião com cocaína e fuzis foi apreendido no Mato Grosso do Sul. As investigações revelaram que apenas uma aeronave realizou 12 viagens entre Paraguai e Brasil.
Norteño foi preso em Cascavel, Paraná, usando documentos falsos para evitar um mandado de prisão no Paraguai. Ele nega envolvimento com organizações criminosas e aguarda julgamento na Penitenciária Federal de Brasília.
Assista ao vídeo - Delivery do crime: traficante ligado a maior facção do país comanda entrega de armas
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