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Domingo Espetacular

Executivo chileno é preso no Brasil por injúria racial e homofóbica contra tripulantes

Germán Naranjo tentou abrir a porta do avião durante um voo e, ao ser repreendido, agrediu verbalmente um comissário de bordo

Domingo Espetacular|Do R7

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Um executivo chileno foi preso durante uma conexão no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. Ele é investigado por injúria racial e homofobia contra tripulantes de uma companhia aérea.

Tudo começou quando o chileno Germán Andrés Naranjo Maldini teve uma atitude que poderia ter provocado uma tragédia: tentou abrir a porta do avião durante o voo. Ao ser repreendido por um comissário de bordo, ele fez uma série de agressões verbais. “O odor do negro, de brasileiro. Para mim, é um problema ser gay”, disse Germán em gravação.

O episódio aconteceu no dia 10 de maio, durante um voo que saiu de Guarulhos, com destino a Frankfurt, na Alemanha. O funcionário da companhia aérea prestou queixa à Polícia Federal. Na sexta-feira (15), o homem foi preso no Brasil, em uma conexão para o Chile, durante a viagem de volta da Europa.

Apesar das ofensas terem acontecido em um trecho internacional, o caso será julgado pela justiça brasileira, porque a aeronave é daqui. Segundo especialistas, a legislação do país vale da decolagem, ainda em território nacional, ao trajeto em espaço aéreo internacional. Germán pode responder, ainda, por tentativa de exposição do transporte aéreo ao perigo.

Em nota, a LATAM repudiou o episódio e afirmou que colabora com as investigações da Polícia Federal.

A partir de setembro, começam a valer as novas regras da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para punir esse tipo de passageiro em voos domésticos, com multa de até R$ 17,5 mil e proibição de embarque por um ano.

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