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Conselho Federal de Medicina proíbe anestesia em tatuagens após morte de empresário

Médico anestesista é acusado de homicídio culposo após incidente em Santa Catarina

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RESUMO DA NOTÍCIA

  • O Conselho Federal de Medicina proibiu anestesia em tatuagens após a morte do empresário Ricardo Godoi.
  • Godoi faleceu devido a complicações respiratórias após receber anestesia geral sem exames adequados.
  • A nova regra permite anestesia apenas para tatuagens de natureza médica reconstrutiva.
  • O Conselho enfatizou a importância de realizar procedimentos anestésicos em ambientes devidamente equipados.

 

Conselho Federal de Medicina proíbe anestesia em tatuagens após morte de empresário
Conselho Federal de Medicina proíbe anestesia em tatuagens após morte de empresário

O Conselho Federal de Medicina proibiu a utilização de sedação e anestesia para tatuagens no Brasil após a morte do empresário Ricardo Godoi. Ele morreu devido a complicações respiratórias após receber anestesia geral sem exames prévios adequados para uma tatuagem nas costas. A morte levou à acusação de homicídio culposo contra o médico anestesista envolvido.

A nova regulamentação visa aumentar a segurança dos pacientes, permitindo anestesia apenas para tatuagens com finalidade médica reconstrutiva. Além disso, preocupações sobre as tintas utilizadas em tatuagens impulsionaram a decisão, mesmo sem evidências científicas conclusivas sobre seus riscos para humanos.


O Conselho destacou a importância de realizar procedimentos anestésicos em hospitais ou clínicas equipadas adequadamente para garantir a segurança necessária.

Assista ao vídeo - Conselho Federal de Medicina proíbe anestesia em tatuagens após morte de empresário

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