Munição que matou juíza Patrícia
Acioli pertencia à PM
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Jornal da Record|Do R7
Os cartuchos de calibre 40, recolhidos no local onde a juíza foi assassinada em Niterói (RJ), pertencem a um lote de munição comprado pela Polícia Militar. Segundo o comandante da PM Mário Sérgio Duarte, a descoberta permite a conclusão de que houve a participação de policiais militares no crime. Patrícia Acioli havia perdido o direito de escolta em 2007 e, no ano seguinte, abriu um processo administrativo para recuperar a proteção. Em fevereiro de 2009, o pedido foi negado sob a alegação de que não havia necessidade da medida extra de segurança.















