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André Di Mauro fala sobre bastidores de Vitória em blog: "Escrever é minha segunda profissão"

Ator fundou a primeira faculdade de Cinema da cidade do Rio de Janeiro

Vitória|Jéssica Montes, do R7, no Rio

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Ator conta sua paixão como escritor
Ator conta sua paixão como escritor

Quando o público lê ou ouve que o elenco de Vitória é pesado, não é à toa. Para quem não sabe, André di Mauro (Jorge) fundou a primeira faculdade de Cinema da cidade do Rio de Janeiro e divide suas experiências em um blog, no Portal R7. Em entrevista, o ator fala um pouco sobre a trajetória anterior à novela.

─ Criei esta rede social, em 2011, para escrever sobre cinema. Em parceria com um amigo argentino, consegui iniciar o curso superior, que só existia em Niterói. Fui diretor acadêmico e dei aulas. Já fiz filmes, redijo roteiros e tenho até um livro, que se chama Humberto Mauro – O Pai do Cinema Brasileiro. Nele, falo sobre o meu tio-avô, que foi considerado um dos maiores cineastas na época do cinema mudo. Tenho uma ligação forte e paixão por este tema.


A partir do momento em que um artista de nível elevado, como André di Mauro, cria páginas na internet para apresentar seus trabalhos, nada melhor do que buscar um aprendizado no diário pessoal. O ator conta de que forma atualiza o blog.

─ Falo muito sobre filmes que são lançados. Geralmente, assisto aos vídeos e comento, faço observações. Agora, em Vitória, posto detalhes dos bastidores de gravação, além de links de vídeos e fotos. Acredito que escrever seja a minha segunda profissão, porque gosto bastante e faço com prazer. Guardo textos de teatro, peças prontas, sem falar em diversos outros trabalhos como escritor.


De acordo com o ator, um filme que marcou sua carreira, entre tantos, foi Tropa de Elite. André interpretou Rodrigues, o administrador de uma ONG que morre queimado dentro de pneus, em uma das cenas mais chocantes do longa.

─ Há vários, mas Tropa de Elite teve uma repercussão internacional fantástica. Apesar de o papel não ter sido muito grande, até hoje sou parado pelo público nas ruas, que lembra da minha participação. Outro foi Banana Split, uma das maiores bilheterias dos anos 80.


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Para finalizar, André di Mauro fala sobre as principais características do teatro, televisão e cinema, uma vez que os três estão presentes em sua vida.

─ Televisão é um veículo mais popular, em que utilizamos uma maneira específica para interpretar, pois entramos na casa das pessoas diariamente. A criação é rápida e o ator tem que estar com saúde, além de disposição física e mental, porque o volume de trabalho é grande para pouco tempo. O cinema, apesar de também ser audiovisual, é mais elaborado e feito em velocidade menor. Enquanto você grava 15 cenas para a TV em um dia, para o cinema é uma. Vale destacar que a evolução de equipamentos tem contribuído para a rápida finalização dos filmes. O que demorava quatro meses para ser feito, pode ficar pronto em um. E, no teatro, a principal característica é o contato com o público, o que proporciona um feedback imediato. Estamos falando da maior escola para o ator, onde é desenvolvido o lado das inteligências cultural e artística.

O ator está fazendo um enorme sucesso em Vitória com seu personagem Jorge, que lançou o bordão “isso é falta de laço”. Ele é casado com Liége Müller, a neonazista Bárbara da trama.

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