Contradições marcam depoimento de humorista em caso de morte de miss
Investigação indica premeditação e possível doping da vítima
Balanço Geral Manhã|Ri7a, a inteligência artificial do R7

A polícia identificou inconsistências no depoimento de Marcelo Alves dos Santos, humorista acusado de matar Raíssa Suelen, miss Serra Branca Teen 2020, em Curitiba.
Marcelo afirmou ter utilizado um lacre plástico para cometer o crime após ter sido rejeitado por Raíssa, mas as investigações indicam que o ato foi planejado e que a vítima pode ter sido drogada, já que não havia sinais de defesa em seu corpo.
Raíssa foi encontrada morta após sete dias desaparecida, em uma área de mata na região metropolitana de Curitiba. Marcelo, amigo da família, confessou o crime e indicou o local onde enterrou o corpo. Durante o depoimento, ele alegou que o assassinato ocorreu em um momento de emoção, mas a polícia acredita que o crime foi premeditado, com indícios de preparação para ocultar o cadáver.
A família de Raíssa recebeu a confirmação de sua morte durante a viagem de Paulo Afonso, na Bahia, até Curitiba. As autoridades continuam investigando se Raíssa foi vítima de outras formas de violência. A busca por justiça continua sendo o foco da família.
Assista ao vídeo - Polícia aponta contradições em depoimento de humorista que matou miss no Paraná
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