Depoimento de técnica do Samu expõe mentiras em caso de envenenamento em São Paulo
Mãe e filho são acusados de matar duas mulheres por envenenamento para ganho financeiro
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Uma testemunha-chave no caso das mortes por envenenamento de Nathalia Garnica e Larissa Rodrigues revelou inconsistências nos relatos dos familiares das vítimas. A técnica de enfermagem que liderou o atendimento a Nathalia indicou que os horários e circunstâncias relatados pela mãe e pelo irmão da vítima não correspondem aos fatos.
Nathalia Garnica foi encontrada morta em sua residência em Pontal, São Paulo. A equipe do Samu foi acionada por volta das 22h e encontrou contradições nas declarações de Elizabete Arrabaça, mãe de Nathalia. Elizabete afirmou ter encontrado a filha passando mal quase à meia-noite, enquanto a técnica descreveu que Nathalia já estava morta quando chegaram.
Luiz Garnica, irmão de Nathalia, também teria mentido em seu depoimento. Ele negou que Nathalia estivesse sentada na cama como relatado pela equipe do Samu e afirmou tê-la encontrado deitada. A posição do corpo descrita pela técnica não permitia tentativas de reanimação, contradizendo a versão de Luiz.
Elizabete e Luiz estão presos preventivamente por suspeita de envolvimento na morte de Larissa Rodrigues, esposa de Luiz, também por envenenamento. As investigações indicam que ambas as vítimas foram envenenadas com chumbinho por motivos financeiros relacionados às contas bancárias das vítimas. A polícia continua investigando a possível participação de outros familiares no caso.
Assista ao vídeo - Caso Larissa: depoimento de profissional do Samu indica que mãe e filho mentiram para a polícia
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