Família busca justiça por Beatriz após assassinato brutal em escola de Petrolina
Marcelo da Silva aguarda julgamento enquanto família questiona investigação
Balanço Geral|Ri7a, a inteligência artificial do R7
RESUMO DA NOTÍCIA

No dia 10 de dezembro de 2015, Beatriz Angélica Mota, de apenas 7 anos, foi brutalmente assassinada com 42 facadas durante uma festa de formatura no Colégio Nossa Senhora Auxiliadora em Petrolina, Pernambuco. A menina havia saído para beber água quando desapareceu, sendo encontrada morta em uma sala próxima à quadra da escola.
Marcelo da Silva foi identificado como suspeito após seu DNA ter sido encontrado na faca utilizada no crime. Ele confessou o assassinato durante interrogatório policial, mas posteriormente negou a autoria em carta manuscrita, alegando coerção. A defesa questiona a validade das provas apresentadas contra ele.
A investigação do caso enfrentou várias críticas devido a falhas na preservação da cena do crime e problemas no acesso às imagens das câmeras de segurança. A família de Beatriz acredita que Marcelo não agiu sozinho e continua buscando justiça para sua filha.
Com mais de 400 testemunhos colhidos e horas de vídeo analisadas, Marcelo aguarda julgamento por júri popular. A comunidade permanece em busca de respostas definitivas sobre o trágico evento que tirou a vida de Beatriz naquela noite fatídica.
Assista ao vídeo - Quem é o Culpado? Entenda o caso da menina de 7 anos que foi assassinada com 42 facadas em escola
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