Demora no atendimento pode ter contribuído para morte de menino atropelado em São Paulo
Criança esperou mais de um dia para cirurgia após acidente; família busca justiça
Fala Brasil|Ri7a, a inteligência artificial do R7

Henry, um menino de três anos, morreu após ser atropelado em São Paulo quando correu para a rua durante um momento de distração do pai em um bar. A motorista responsável pelo acidente rapidamente socorreu Henry e o levou a uma unidade de pronto atendimento. No entanto, o hospital municipal não possuía tomógrafo ou neurocirurgião, atrasando o diagnóstico e a transferência para um hospital adequado.
A cirurgia necessária só foi realizada mais de 24 horas após o acidente devido à ocupação dos neurocirurgiões disponíveis, e Henry não resistiu aos ferimentos. A Secretaria Municipal da Saúde informou que procedimentos iniciais foram realizados e que a transferência ocorreu quando uma vaga em hospital de referência surgiu.
Os pais de Henry decidiram doar os órgãos do filho e pretendem buscar justiça para evitar que outras famílias enfrentem situações semelhantes. A Secretaria da Segurança Pública está investigando o caso para esclarecer os fatos.
Assista ao vídeo - Família questiona demora no atendimento a menino atropelado em SP
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