Drones usados por criminosos brasileiros desafiam autoridades
Criminosos buscam treinamento internacional para operar drones no crime organizado
Hoje em Dia|Ri7a, a inteligência artificial do R7

Criminosos brasileiros têm se voluntariado em conflitos internacionais, como a guerra entre Rússia e Ucrânia, para adquirir conhecimento sobre o uso de drones. Essas aeronaves não tripuladas, inicialmente projetadas para monitoramento e transporte de pequenas cargas, estão sendo adaptadas para atividades ilícitas no Brasil.
No Rio de Janeiro, juízes especializados em crime organizado já identificaram que criminosos estão utilizando o conhecimento adquirido em conflitos para operar drones em comunidades locais. Em São Paulo, a facção PCC envia integrantes a países como Venezuela e Bolívia para aprender a usar essas tecnologias, trazendo de volta habilidades que são aplicadas em atividades criminosas.
Drones têm sido usados para transportar drogas, celulares e outros itens para dentro de presídios em diversos estados brasileiros. Recentemente, o Rio Grande do Sul adquiriu tecnologias antidrones para interceptar e neutralizar esses equipamentos em áreas de segurança.
Além disso, as forças policiais estão utilizando drones para monitorar grandes eventos e planejar operações. A Polícia Militar de São Paulo formou mais de 1.200 operadores para o uso dessas aeronaves em diversas modalidades de policiamento.
Em um incidente recente, drones invadiram uma área restrita no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, levando a investigações sobre o possível uso dessas aeronaves para distrair as autoridades enquanto drogas eram embarcadas.
Assista ao vídeo - Tecnologia a serviço do crime: drones ganham protagonismo na guerra urbana brasileira
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