Brasil precisa atingir perfeição para alcançar meta no Rio
Objetivo estabelecido pelo COB é colocar delegação entre os dez primeiros
Rio 2016|André Avelar e Dado Abreu, do R7, no Rio

Há três dias para o encerramento das Olimpíadas, tudo tem que acontecer perfeitamente para que o Brasil atinja o seu objetivo de medalhas na Rio 2016.
A meta traçada pelo COB (Comitê Olímpico do Brasil) é colocar a delegação no top 10 do quadro geral pelo total de pódios. No entanto, o diretor executivo de esportes da entidade, Marcus Vinicius Freire, evita analisar o desempenho da equipe. “Não vamos falar em meta agora. Vamos deixar a equipe trabalhar e fazer um balanço no fim”, disse.
Em Londres 2012, se computados o número total de medalhas, a Itália terminou na décima colocação do quadro geral, com 28 láureos.
Até aqui o Brasil tem 15 medalhas e ocupa a 15ª colocação. Porém, ainda tem boas chances de conquistas, sendo três delas de ouro, como no vôlei e no futebol, ambos entre os homens, e com a dupla da canoagem, formada pelo papa-tudo Isaquias Queiroz e Erlon Silva, na categoria C2 1000 m.
Confira o quadro de medalhas da Rio 2016
O objetivo do COB, planejado no início do clico olímpico, foi desde sempre bastante contestado por especialistas. Inicialmente o número mágico ficava entre 27 e 28 medalhas. Porém, com o tempo, a marca foi revista e se estabeleceu na casa de 23 premiações.
“O que todos têm dito aqui é que foi a melhor preparação da história. Estamos tranquilos com isso. Nós traçamos uma meta agressiva, mas factível, de ser Top 10. Não vamos analisar antecipadamente. Vamos esperar o dia 21 e ver como terminamos”, disse Marcus Vinicius.
Na linha de chegada, os principais concorrentes do Brasil para cravar o alvo são Canadá e Holanda. Coréia do Sul e Hungria correm por fora, mas suas principais modalidades esportivas já encerraram as competições. Só há um problema: resta apenas um lugar para eles no top 10 já que os nove primeiros colocados parecem estar definidos, faltando saber apenas a ordem.
