Polícia do Rio descobre que sequestro relâmpago do jogador Somália foi uma farsa
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Jornal da Record|Do R7
Segundo Somália, o crime aconteceu por volta das sete da manhã de quarta-feira e se estendeu por mais de duas horas. Mas, nesse período, o jogador estava em casa. Entrou no elevador às oito e quarenta e seis, usava o cordão de ouro que, segundo ele, foi roubado. Instantes depois, Somália teve o cuidado de guardar a jóia. Às nove e sete, ele deixou o prédio de carro. Nesse momento, o meio-campo do Botafogo se dirigia à delegacia, para prestar queixa do suposto sequestro relâmpago.














