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Repórter Record Investigação mostra como estão os canibais de Garanhuns oito anos depois 

Programa vai ao ar na quinta-feira (5), às 23h30 

Repórter Record Investigação|Do R7

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Há exatos oito anos, o País parou com a descoberta de um dos casos mais brutais da crônica policial brasileira. Dividido em capítulos, como nos bons roteiros de suspense, o Repórter Record Investigação desta quinta-feira (05) revela, com exclusividade, a verdadeira história de um trio amoroso selvagem, que aterrorizou, matou e praticou rituais de canibalismo com mulheres, no agreste brasileiro.

Os protagonistas desse enredo são: Jorge Negromonte, Bruna Oliveira e Isabel Cristina. Os rostos dos três estamparam as manchetes da imprensa internacional e eles ficaram mundialmente conhecidos como "Os Canibais de Garanhuns".

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As Entrevistas

Próximos de sentarem no banco dos réus, com prováveis condenações de décadas de isolamento, Jorge Negromonte e Bruna Oliveira quebram o silêncio e contam em detalhes como, em parceria com Isabel Cristina, eles atraíram as vítimas para cometer crimes tão bárbaros, na casa onde viviam.

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São depoimentos estarrecedores que se encaixariam perfeitamente numa trama hollywoodiana.

Bruna Oliveira, por exemplo, conta que Jorge retirava os órgãos dos cadáveres e os colocava na geladeira. "Ele congelava o fígado pra gente comer dias depois".

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Na primeira audiência no tribunal, Jorge Negromonte diz friamente que matou porque queria purificar o mundo. "Nós três estávamos só escolhendo pessoas boas para o nosso ritual".

Nossas equipes também tiveram acesso exclusivo ao processo, com mais de três mil páginas, em que Isabel Cristina, a mulher de Jorge, narra o episódio sobre a coxinha, recheada de carne humana, feita pelos três. "A gente cozinhava a carne direitinho, fazia a coxinha e comia".

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Pela primeira vez, a testemunha mais importante do caso fala com uma equipe de reportagem. A menina é filha da primeira vítima dos "Canibais" e foi adotada pelo assassino da mãe. "Ele é canibal. Cortou a cabeça dela e a estuprou", referindo-se a Jorge Negromonte.

Familiares revelam também os últimos dias de vida das vítimas. "Ela chegou a me dizer que às vezes tinha impressão de estar sendo seguida", diz a mãe de uma delas.

O perfil completo de Jorge, Bruna e Isabel. Pessoas aparentemente comuns, que transformaram-se em matadores.

E mais: os filmes de terror que o trio gravava. Tivemos acesso aos filmes que os canibais faziam, encenando, na ficção, os crimes que longe das câmeras, eles cometeriam anos mais tarde.

Você não pode perder! É nesta quinta-feira, às 23h30, logo após o Câmera Record.

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