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Brasil pode fechar o Pan em segundo no geral de medalhas

Previsão otimista surge por Canadá enfraquecido com reservas em algumas modalidades

Blog|Fabio Salomão

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Henrique Avancini é uma das grandes apostas do Brasil por medalhas de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Lima
Henrique Avancini é uma das grandes apostas do Brasil por medalhas de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Lima

Não fosse a falta de interesse (priorização em eventos que privilegiam classificação para Tóquio-2020) em algumas modalidades, daria para cravar antecipadamente a segunda colocação.

Os Estados Unidos, de longe, são os favoritos pela ponta no quadro, mesmo levando um time reserva em vários esportes. A briga em questão seria com Canadá e Cuba.


O Brasil poderá se beneficiar do fato de canadenses também não competirem com seus principais atletas em competições tradicionais como natação, remo, canoagem e alguns casos no atletismo.

Cuba já não assusta tanto como em outras épocas.


Fazendo uma rápida projeção (e aqui entra um palpiteiro e torcedor convencional, bastante otimista, por sinal) temos grandes chances de atingir aproximadamente 55 medalhas de ouro.

Se contarmos os esportes de luta (judô, taekwondo, luta olímpica, caratê e boxe), o Brasil deve conquistar ao menos 10 medalhas douradas; outras 20 entre natação e atletismo (e aqui sem forçar a amizade); canoagem e vela podem render entre 7 e 10; a ginástica, o tênis de mesa, tênis, ciclismo, tiro, hipismo, patinação e outros esportes coletivos, como vôlei e handebol devem completar o ponto mais alto do pódio em algumas situações.


E ai vem a pergunta: Qual a garantia que com 55 medalhas de ouro se chega na segunda colocação? Vamos aos números e uma breve análise:

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No Rio-2007, Cuba terminou em segundo com 59 douradas, 7 a mais que o Brasil em terceiro; em Guadalajara 2011 os cubanos terminaram com 58, dez a mais que os brasileiros. Atuando em casa em 2015, os canadenses fecharam o Pan na segunda colocação com 78, o Brasil terminou em terceiro com 42, 6 a mais que Cuba na quarta colocação.

Como Colômbia, México e Argentina apresentam uma melhora de desempenho nas últimas edições, o número de medalhas dos 4 primeiros deverá diminuir, daí o otimismo de fecharmos em segundo.

É ver para crer, ou melhor, torcer!

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