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O reencontro com o início da minha jornada na ginástica: Lima, 1984!

Memórias e experiências se misturam e produzem novas histórias para alguém que vive no esporte

Blog|Luísa Parente

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Esperança brasileira, Rebeca Andrade está fora do Pan por conta de uma lesão
Esperança brasileira, Rebeca Andrade está fora do Pan por conta de uma lesão

Há 35 anos, eu embarcava para Lima, no Peru, em minha primeira competição internacional, o campeonato sul-americano de ginástica na categoria infantil.

A memória que tenho, além da cobertura de colchão diferente em cima do tablado do solo e do ginásio imenso comparado aos poucos que eu conhecia até então, era o cheiro forte de lama do restaurante do hotel, pois diziam que tudo era feito com a gordura desse animal típico da região.


Fizemos passeios por sítios históricos e voltamos para o Brasil com muitas medalhas. Foi uma estreia e tanto para mim, particularmente, me abrindo os horizontes para os dezesseis anos de carreira esportiva incluindo três Pan-Americanos, três mundiais, dois jogos olímpicos.

Agora de volta à Lima como comentarista da Record TV, muita coisa mudou na cidade com certeza, mas as expectativas da ginástica brasileira continuam elevadas seja no feminino ou no masculino. O Brasil foi campeão pan-americano por equipes entre os homens (Guadalajara 2011) e vice-campeão em Toronto 2015, última edição. Chega com muita vontade de subir novamente ao pódio.


Jade Barbosa se machuca e sai chorando de treino

Já no feminino sabemos que a disputa do ouro com os EUA fica mais difícil sem uma das nossas ginastas olímpicas, Rebeca Andrade, mas todas elas seguem firmes para a melhor apresentação possível e a manutenção do pódio, de preferência com a prata, se tudo conspirar a favor. Se depender da nossa torcida, teremos resultados positivos.

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