'Câmera Record' mostra a perigosa rotina dos carcereiros no Brasil
O jornalistico da Record TV, apresentado por Marcos Hummel, teve acesso com exclusividade ao Complexo Penitenciário de Piraquara
Câmera Record|Do R7

O Câmera Record deste domingo (24) vai exibir uma reportagem especial sobre a rotina perigosa dos carcereiros. Os agentes colocam a própria vida em risco para manter em ordem as cadeias do Brasil, alguns chegam a sofrer emboscadas do crime organizado.
No Complexo Penitenciário de Piraquara, na Grande Curitiba, criminosos conseguiram resgatar a liderança de facção com uso de explosivos. Foi uma fuga cinematográfica. É nessa penitenciária onde o agente Marcelo Bueno trabalha há sete anos e a qual o programa teve acesso com exclusividade.
"É sempre muita tensão! São muitas galerias, celas, superlotação, com envolvimento com facção criminosa", descreve Marcelo Bueno.
Um barril de pólvora prestes a explodir. É assim que autoridades definem a Cadeia Pública de Porto Alegre. Para controlar um dos presídios mais perigosos do Brasil, o estado optou em substituir agentes por policiais militares.
"Para nós é uma situação atípica. Foge um pouco da situação para qual a gente foi preparado, mas temos que nos adaptar à situação", explica um destes PMs, Marcelo Santos.
A reportagem o acompanhou em uma revista nas celas. Os presos são retirados e levados para o pátio. O presídio mais parece um cortiço. Nas janelas, toalhas e roupas lotam o pouco espaço que se tem.
"A Cadeia Pública de Porto Alegre deveria ser desativada, ou ao menos voltar ao número de engenharia, que é 1950 presos. É uma cadeia que pra mim está condenada há muitos anos", diz a juíza da Vara de Execuções Penais, Sonali Luhan. Hoje, o antigo Presídio Central abriga mais de 4.000 detentos.
E mais: emboscadas, execuções e traumas. Nossos repórteres contam histórias de carcereiros assassinados pelo crime organizado.















