O Inferno de Lidiany ganha menção honrosa do Prêmio Vladimir Herzog
Reportagem do Câmera Record foi destaque na categoria Produção em Vídeo
Câmera Record|Do R7

A reportagem O Inferno de Lidiany, exibida pelo Câmera Record em abril, recebeu menção honrosa nesta segunda-feira (9) na categoria Produção em Vídeo do 39° Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos (assista abaixo).
A matéria jornalística foi produzida pelos repórteres Gabriela Pimentel, Domingos Meirelles, Gustavo Costa, Daniel Motta, Heleine Heringer e pela editora Fabiana Lopes.
A equipe localizou a jovem Lidiany Alves Brasil, vítima de um dos episódios mais brutais da história recente do País.
Presa com mais de 20 homens em uma cela, ela sofreu sofreu todo tipo de violência, durante 26 dias, em uma prisão de Abaetetuba, no interior do Pará, com a conivência de autoridades, de acordo com o Ministério Público.
Na ocasião, Lidiany só sobreviveu à selvageria graças aos apelos de duas conselheiras tutelares que denunciaram o caso à imprensa.
Imaculada Conceição, uma das conselheiras da cidade, também falou com a equipe do Câmera Record. "Lidiany passou por todo tipo de tortura. Aquele ambiente não era nem pra um animal, porque nem um animal merece isso", disse.
Pressionado por autoridades brasileiras e instituições estrangeiras renomadas, o governo federal resolveu agir, embora fosse tarde demais.
Lidiany e a família dela foram, então, incorporadas separadamente a dois Programas de Proteção à Pessoa, para não serem executadas.
A garota se recorda do medo de ser encontrada por seus inimigos. "Estava com medo de morrer", lembra.
Assista ao primeiro vídeo da reportagem:
Assista ao segundo vídeo:
Assista ao terceiro vídeo:
Assista ao quarto vídeo:
Assista ao quinto vídeo:















