Vovó do crime revela que virou estelionatária por curiosidade: "Não me forçaram. Pediram e eu fiz"
Veja nesta quinta-feira (14) no Câmera Record, a partir das 22h30
Câmera Record|Do R7

Quando os cabelos brancos e as rugas apareceram, elas não quiseram saber apenas de cuidar dos netinhos. Tornaram-se estelionatárias, traficantes e até mandantes de assassinato. Cruzaram a fronteira da lei e transformaram-se nas "vovós do crime".
Nossos repórteres visitaram as penitenciárias femininas onde cumprem pena as detentas da terceira idade. O Câmera Record vai revelar como é a vida delas dentro da prisão. Como passam o tempo? Como lidam com a saudade da família? Como enfrentam a rotina atrás das grades em cadeiras de rodas ou ameaçadas pelo diabetes?
Condenada por mandar matar o marido, dona Vilma, de 68 anos, diz que não tira as filhas da cabeça: "Pensar nelas é uma parte da vida da gente", emociona-se. "Eu sinto saudade da palavra 'mãe'".
Dona Maria de Lourdes, de 63 anos, cumpre pena por estelionato. Ela fraudava o INSS, segundo a Justiça. Nos corredores de uma penitenciária de Belém, no Pará, espanta-se com a presença de nossa equipe. "Estão gravando velho? Ainda mais velho preso... "
A distância da família é, muitas vezes, a maior dificuldade que as vovós do crime enfrentam na prisão. "Tenho três netos", conta dona Maria Vitória, 64 anos, presa em flagrante por tráfico de drogas. "Eu era muito apegada, principalmente, com o mais velho".
Essas e outras histórias surpreendentes de idosas que desafiaram a lei estão no Câmera Record desta quinta-feira (14), logo depois do Jornal da Record.















