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"Ela estava feliz porque sempre quis fazer essa cirurgia", diz amiga de mulher que morreu após plástica

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Balanço Geral RJ|Do R7

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A amiga da ex-mulher do pagodeiro Ferrugem, morta após uma plástica, esteve no Balanço Geral desta segunda-feira (20). Thaís Martins disse que a advogada Juliana Alves Barbosa, de 27 anos, estava feliz porque tinha o desejo de fazer os procedimentos estéticos. Segundo Thaís, a vítima "sonhava ter o corpo perfeito". A família da ex-mulher do pagodeiro Ferrugem acusa a clínica de de negligência. Era a primeira vez que Juliana se submetia a um procedimento estético. A advogada fez, de uma só vez, quatro operações. Segundo parentes, a mulher fez todos os exames pré-operatórios e o médico, indicado por amigas da vítima, não a desaconselhou a realizar todos os procedimentos. A suspeita é de que Juliana morreu de embolia pulmonar. Ela deixa uma filha de 4 anos. Por telefone, o advogado do médico que fez a cirurgia garante que a clínica, localizada em Niterói, região metropolitana do Rio, tinha UTI e afirma que o cirurgião plástico prestou o atendimento necessário à vítima.

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