"São poucos médicos para atender uma grande demanda" diz Jorge Darze sobre UPA de Mesquita
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Balanço Geral RJ|Do R7
Uma mulher quebrou cadeiras e equipamentos na UPA de Mesquita, na Baixada Fluminense. O motivo seria a demora no atendimento do filho. Somente uma médica fazia plantão na unidade. Ela precisou ser protegida pelos funcionários. O consórcio que administra as unidades reduziu o número de profissionais nas unidades de atendimento para diminuir os custos. Segundo o presidente do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro, Jorge Darze, as organizações sociais, diante da crise, diminuiram o número de funcionários para não perder lucro. Portanto, a família tem direito de exigir melhor atendimento, mas que os médicos não têm culpa.















