Segundo MPF, o empresário Arthur Soares transferiu US$ 2 milhões para o presidente da Federação Internacional de Atletismo
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Balanço Geral RJ|Do R7
Segundo o MPF, os bastidores da compra de votos para que o Rio de Janeiro pudesse sediar a Olímpiada Rio 2016 revela um esquema altamente sofisticado, que atravessou fronteiras internacionais. Com base em documentos, os procuradores afirmam que a organização criminosa chefiada pelo ex-governador do Rio Sérgio Cabral tinha certeza que a realização dos jogos beneficiaria financeiramente o grupo. Ainda segundo a investigação, Arthur Soares, conhecido como 'Rei Arthur', pagou dois milhões de dólares pelo voto do senegalês Lamine Diack, integrante influente do COI (Comitê Olímpico Internacional).















