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Advogada de inspetor da Polícia Civil suspeito de matar colega diz que não há provas contra réu

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Balanço Geral RJ|Do R7

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Na primeira audiência do processo de um inspetor da Polícia Civil suspeito de matar o colega de farda, a advogada do réu disse que não há provas para comprovar a culpabilidade de Lincon Vargas. Em depoimento, o inspetor disse que tentou socorrer o colega, Eduardo Oliveira, de 25 anos, mas testemunhas disseram que em nenhum momento isso aconteceu. A família da vítima afirma que a morte de Eduardo foi queima de arquivo, pois o policial civil não queria participar de um esquema de extorsão de dinheiro. Lincon disse que o colega foi morto durante um arrastão na avenida Washington Luis. Familiares da vítima, porém, dizem que o crime, que ocorreu em 2012, foi encomendado. Um laudo do Instituto de Criminalística Carlos Eboli confirmou que a bala que matou Eduardo partiu da arma do policial. Desde o crime, a mãe do policial morto deixou o emprego na tentativa de unir provas para criminalizar o inspetor da Polícia Civil.

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