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Grávida morre em UPA e família suspeita de aborto em clínica clandestina

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Balanço Geral RJ|Do R7

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Uma grávida morreu na UPA do Engenho Novo, zona norte do Rio. Tatiana, de 31 anos, deu entrada na unidade como vítima de assalto, mas a família suspeita que ela tenha feito um aborto antes de chegar a unidade de saúde. Tatiana não contou à família que estava grávida. A mulher saiu sem falar com a família e, no dia seguinte, a família foi comunicada, através de uma mensagem de celular, da morte da grávida. Parentes acreditam que Tatiana morreu durante um aborto realizado em uma clínica clandestina. A vítima chegou à UPA acompanhada de uma mulher desconhecida que forneceu dados falsos no momento da identificação. No Instituto Médico Legal (IML), parentes da grávida descobriram que feto não chegou a ser retirado, mas que no corpo de Tatiana havia sinais de agressão e, em sua bolsa, remédios para hemorragia.

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