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Testemunha diz que professor de jiu jitsu não reagiu a assalto, mas foi executado

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Balanço Geral RJ|Do R7

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Uma testemunha procurou os parentes do professor de jiu jitsu Bruno Nunes, de 37 anos, para dizer que o rapaz não reagiu, mas sim foi executado. Bruno morreu durante um assalto em um ônibus na rodovia Presidente Dutra e, segundo as primeiras informações, ele teria reagido a um assalto ao aplicar uma gravata no bandido. O professor de jiu jitsu morava em Belford Roxo, dava aulas em uma academia de Ipanema e complementava a renda trabalhando como segurança. Glauce Pereira, viúva de Bruno, disse que o rapaz era apaixonado pela profissão. O irmão da vítima, Leonardo Nunes, disse que Bruno já tinha sofrido três assaltos e não gostava de andar de ônibus.

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