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Defensoria pública contesta prisão de 159 pessoas em festa

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Balanço Geral RJ|Do R7

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Uma operação contra milícias no Rio prendeu 159 pessoas em uma festa no dia 7 de abril. A Defensoria Pública contesta as prisões, já que 139 suspeitos não eram procurados pela polícia. Segundo o defensor público Emanuel Queiroz, a maioria dos presos exerce atividades lícitas. Na festa, os participantes pagaram R$ 10 para ver shows de grupos de pagode. Na chegada da Polícia Civil, houve troca de tiros entre policiais e seguranças armados e quatro pessoas morreram. O suposto chefe do bando, Welligton da Silva Braga, o Ecko, conseguiu fugir. Familiares dos suspeitos têm feito manifestações contra a ação. O primeiro a ser solto pela polícia foi o artista circense Pablo Prynce. Os atores Marcos Frota e Wagner Moura saíram em defesa dele após a prisão. Na última sexta-feira, o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, defendeu a manutenção dos suspeitos na cadeia. O chefe da Polícia Civil, delegado Rivaldo Barbosa, e o secretário de Segurança Pública, Richard Nunes, não quiseram falar sobre o caso.

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