Laudo aponta que munições usadas para matar Marielle foi comprada pela PF
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Balanço Geral RJ|Do R7
Após análise de câmeras de segurança de estabelecimentos do centro do Rio, investigadores chegaram a conclusão que o carro de Marielle Franco foi seguido por dois veículos. O laudo aponta ainda que um dos carros envolvidos no crime chegou duas horas antes no local e, quando a vereadora sai do evento, o motorista começa a mexer no celular. Logo após, ele entra no veículo e pista o farol, para alertar possivelmente os comparsas. Os investigadores acreditam ainda que o crime iria ocorrer na rua dos Inválidos, mas precisaram mudar o plano ao perceberem que havia câmeras na região. O laudo da perícia da Polícia Civil conseguiu identificar a origem da munição utilizada no assassinato da vereadora Marielle Franco. Segundo as investigações, os estojos encontrados no local do crime têm lote numerado da Polícia Federal. De acordo com a DH (Divisão de Homicídios da Capital), as munições foram compradas pela Polícia Federal de Brasília em dezembro de 2006. A especializada quer descobrir se elas foram desviadas ou se cápsulas vencidas e descartadas foram reabastecidas.















