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Bioeconomia: quando o fomento se transforma em desenvolvimento

Banco da Amazônia desenvolve maneiras de integrar economia, inclusão social e conservação ambiental

Record Belém|R7 Conteúdo e Marca

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A bioeconomia visa integrar economia, inclusão social e conservação ambiental Freepik

A bioeconomia é, hoje, um dos principais caminhos para o desenvolvimento sustentável da Amazônia. Para muitos, trata-se de um conceito global.

Para o Banco da Amazônia, é uma prática diária: apoiar quem vive da floresta, financiar a agricultura familiar, fortalecer cooperativas e transformar conhecimento tradicional em oportunidade.


Ela está presente no açaí que sustenta famílias ribeirinhas, na castanha coletada de forma sustentável, no cacau, no cupuaçu, no pescado, e nas práticas ancestrais que se convertem em alimentos, cosméticos e medicamentos.

É um potencial imenso, que historicamente encontra dificuldades para virar renda e prosperidade: falta de acesso ao crédito, infraestrutura limitada e ausência de agroindústrias para processamento.


É para mudar essa realidade que o Banco da Amazônia estruturou uma estratégia de fomento única. A instituição entende que desenvolver a bioeconomia exige mais do que financiar o produtor, é preciso investir simultaneamente em toda a cadeia produtiva:

  • Crédito para pequenos produtores e cooperativas;
  • Investimento em infraestrutura: energia, logística e escoamento;
  • Incentivo à indústria que agrega valor à produção local.

Porque o açaí não pode estragar por falta de energia de refrigeração, nem a castanha perder valor por falta de estrada ou porto.


E para que esse fomento chegue de forma eficiente a todo território amazônico, dos grandes projetos de infraestrutura ao microempreendedor e agricultor familiar, a tecnologia atua como aliada.

O Banco Digital amplia o acesso e agiliza processos, permitindo que o crédito impacte diretamente a base produtiva, mesmo nos locais mais remotos.


Dessa forma, o Banco da Amazônia se posiciona como o elo estratégico para o desenvolvimento da região, por compreender que a Amazônia não precisa escolher entre crescimento econômico e preservação: o futuro está na integração entre os dois.

A bioeconomia, inclusive, foi destaque entre os temas discutidos durante a COP 30, reforçando seu papel como motor da inovação, da inclusão e do desenvolvimento sustentável do Norte.

“Queremos apresentar uma Amazônia que cresce preservando. Uma Amazônia viva, produtiva e inteligente”, afirma Luiz Lessa, presidente do Banco da Amazônia.

A atuação do banco demonstra que fomentar a bioeconomia é transformar potencial em realidade e proteger a floresta gerando renda, valorizando quem vive nela e dela.

Para conferir mais sobre estas e outras medidas sustentáveis do Banco da Amazônia, confira o site da instituição!

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