O grupo Menos é Mais fala sobre a tour em Portugal
Palco Record|Do R7
Mais do que o pagode que interpretam, o que distingue o grupo Menos é Mais é a forma como se relacionam, vivem a música e transformam a amizade em energia de palco.
Entre Lisboa e a estrada pelo mundo, há uma ideia que se repete: a amizade não nasce “apesar” da música — nasce dentro dela. Com o tempo, torna-se projeto profissional, rotina, ambição e, por fim, tour.
O grupo está junto há sete anos. Sete anos de convivência diária, de compartilhamento de conquistas e dificuldades. O que marca este percurso não é a ausência de desafios, mas a forma leve como enfrentam os momentos mais exigentes e a capacidade de celebrar em conjunto.
O churrasquinho que mudou tudo
Um dos momentos decisivos da carreira foi o medley ‘Churrasquinho Menos é Mais’, que rapidamente se tornou um fenômeno. Curiosamente, nasceu num período de incerteza.
Gravado com poucos recursos, o projeto cresceu de forma inesperada, alcançando grande visibilidade e projetando o grupo a nível nacional.
Esse momento abriu portas para concertos por todo o Brasil e, posteriormente, para a internacionalização, incluindo Portugal.
Mais do que um vídeo, o ‘Churrasquinho’ tornou-se um conceito: encontros de várias horas de pagode, com repertório próprio e interpretações de outros temas, sempre com foco na proximidade e simplicidade.
Portugal e a recepção do público
Levar o pagode para fora do Brasil implica adaptação, mas também confirmação. O principal indicador continua a ser a reação do público.
Em Portugal, encontram uma audiência receptiva à música brasileira, tanto para ouvir como para dançar. No palco, essa ligação traduz-se numa troca direta de energia.
‘Puro Suco do Brasil’: mais do que uma tour
A turnê ‘Puro Suco do Brasil’ nasce do projeto ‘Molho’, desenvolvido em formato de roda de samba por várias cidades brasileiras.
As músicas desse projeto rapidamente passaram a integrar o repertório ao vivo, sendo hoje cantadas pelo público. Temas como ‘P de Pecado’, ‘Aquele Lugar’ e ‘Pela Última Vez’ são exemplos disso.
Mais do que uma tour tradicional, trata-se de uma experiência pensada para refletir a identidade do grupo.
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