Logo R7.com
RecordPlus
Giro

O ‘Giro’ descobre a magia da Urzelina na Ilha de São Jorge

Giro|Do R7

  • Google News

Na segunda parte da expedição à Ilha de São Jorge, o programa ‘Giro’ explorou os vestígios da erupção de 1808 na Urzelina, aventurou-se pelo Atlântico na observação de cetáceos e encerrou a viagem entre gamos e falésias deslumbrantes.

Depois de dar a conhecer os segredos do fabuloso Queijo São Jorge DOP, a equipa do programa ‘Giro’ prosseguiu a sua viagem de descoberta pela Ilha de São Jorge. A jornada desta semana explorou a histórica e resiliente Freguesia da Urzelina, foi ao mar aberto do Atlântico e terminou nos cenários idílicos do Parque Florestal das Sete Fontes e do Miradouro Entre Morros.

Urzelina: o testemunho vivo da resistência vulcânica



A primeira paragem fez-se na Freguesia da Urzelina, um povoado com mais de 500 anos de história cujo nome deriva das urzes que cobriam as suas encostas. Marcada pela força da terra, a freguesia guarda na paisagem as marcas da violenta erupção vulcânica de 1808.

Dos rios de lava e cinzas que destruíram a antiga igreja e grande parte do povoado, restou apenas a torre sineira, isolada no meio da vegetação como um símbolo eterno de resiliência do povo jorgense. Ao longo da marginal dos Casteletes, onde a rocha basáltica negra contrasta com a imensidão do Atlântico, a reportagem destacou os moinhos de vento de cúpula giratória (influenciados pelas arquiteturas açoriana e holandesa) e a homenagem à viticultura tradicional em orla marítima que produziu o histórico Vinho dos Casteletes.

Aventura no Atlântico: cachalotes e dança de golfinhos



A bordo de uma embarcação a partir do Porto de Velas, a equipa partiu em busca dos habitantes mais ilustres das águas açorianas. Em coordenação com os vigias posicionados nas encostas de São Jorge e do Pico, que monitorizam o mar com binóculos de alta precisão, o passeio proporcionou encontros emocionantes.

Após cerca de 40 minutos, um cachalote fêmea emergiu à superfície, presenteando a equipa com o icónico movimento de cauda ao mergulhar novamente. O biólogo marinho Miguel Soares explicou que o contorno de cada cauda funciona como uma verdadeira “impressão digital”, permitindo identificar e catalogar cada espécime.

O barco foi ainda rodeado por centenas de golfinhos que acompanharam a embarcação numa dança sincronizada ao longo do canal entre São Jorge e o Pico.

Das Sete Fontes ao pôr do sol em Entre Morros



De regresso a terra firme, o ‘Giro’ rumou ao noroeste da ilha para explorar o Parque Florestal das Sete Fontes. Considerado um verdadeiro pulmão verde e santuário botânico, o parque combina espécies nativas com flora dos quatro cantos do mundo, albergando trilhos, lagos, sebes de hortênsias e os seus habitantes mais populares — pequenos gamos que fazem as delícias dos visitantes.

O fecho da emissão deu-se no Miradouro Entre Morros, localizado na ponta oeste da ilha. Do alto das suas falésias esculpidas pelo vento e pelo mar, com as silhuetas do Pico e do Faial a desenharem-se no horizonte sob a luz dourada do pôr do sol, o programa celebrou a beleza crua e a generosidade da natureza açoriana.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.