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Titica fala sobre o lançamento de ‘Passarelas da Vida’

Palco Record|Do R7

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A artista angolana Titica apresenta o álbum ‘Passarelas da Vida’, um projeto que mistura kuduro, música eletrônica e semba, e que reflete a sua trajetória de luta, perdão e afirmação. O disco surge como um recomeço artístico e pessoal, dedicado aos fãs e à liberdade de ser.

Passarelas da Vida: um recomeço celebrado



‘Passarelas da Vida’ é descrito pela própria artista como uma libertação e um novo capítulo. Inspirada na experiência de quem viveu muitos “nãos”, mas também vitórias, Titica transforma a vida numa metáfora: a passarela. O álbum apresenta cerca de 85% de sonoridade eletrônica e 15% de outros ritmos.

Responsabilidade, pluralidade e palco internacional



Titica assume uma responsabilidade consciente para com o seu público, que inclui crianças e idosos. Para proteger e educar diferentes gerações, recorre a duplos sentidos nas letras sempre que necessário. A sua história começa na dança — foi bailarina de grandes nomes do kuduro — e evolui para uma carreira pioneira enquanto artista trans no género. Hoje, além do kuduro que a identifica, explora rap, R&B, funk e semba, sem receio de sair da zona de conforto.

Luta contínua e dedicação aos fãs



A carreira de Titica é marcada pela persistência. Apesar das críticas iniciais, o reconhecimento internacional e os palcos fora de Angola validam um trabalho pautado pelo esforço e pela qualidade. O álbum é dedicado a quem ama e a quem procura liberdade; é também um convite à celebração das batalhas vencidas. Para Titica, o melhor argumento é o trabalho bem feito — e ‘Passarelas da Vida’ é a prova disso.

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